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Para todas as Marias…

“Maria, eu sei que o tempo anda difícil mas sei também que você vai conseguir aguentar. Firme e forte, como você sempre foi, lembra? Maria, você se lembra de quando eu me apaixonei perdidamente por um guri qualquer e cê me disse: “Calma, menina! Tudo tem seu tempo certo.” ? Pois então, a partir daí eu nunca mais esqueci essa frase… E agora é a minha vez de dizer que tudo tem seu tempo certo, então, calma.

Sei que fins de relacionamentos costumam ser trágicos para uma das partes. Chora, sofre, chora mais um pouco, pede pra voltar, chora por não conseguir, chora por se achar insuficiente, chora de ciúme por ver o outro tocando a vida, feliz sem ti. Chora mais por perceber que o outro não sente falta, chora de saudade, chora pelo orgulho ferido e sofre…
Começa a conhecer pessoas novas mas fica lembrando de como foi mágico quando conhecer o outro, lembra que o papo fluiu tão bem que pareciam amigos de infância e chora por lembrar que mal se falam hoje. Mas por mais clichê que isso possa soar, vai passar. Pode demorar,claro . Mas uma hora ou outra, quase sem perceber, vai passar, Maria.

Tempestades sempre chegam e a dor de um amor perdido dói bem fundo no peito e parece que nunca vai passar, mas passa! Deixa de ser boba, levanta daí e vai viver. Viva, Maria, viva!”

Alice dos S. Bachiega.

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Sinta o amor.

Leia ouvindo esse cover de Firestone (Kygo ft. Conrad Sewell)

Dizem que os opostos se atraem e os dispostos se distraem. Por um  longo tempo da minha vida eu achei isso a maior baboseira do mundo. Pra mim, as pessoas tinham que se parecidas para se darem bem. Até que eu te conheci.

Eu sempre vivi no meu mundinho particular. Nunca quis ser amiga de muitas pessoas, afinal, não confio tão rápido nas pessoas. Já você, meu Deus do céu!! Ninguém segura. Parece ter rodinha no pé, conhece meio mundo e só de alguém te abraçar, se tornam melhores amigos, de contar até segredos.

Meu pavor era conhecer gente assim. Gente “dada”, engraçadinha. Que não sabe o que quer e nem faz questão de saber. Era isso que eu pensava, erroneamente. Até te conhecer.

Quando nos conhecemos eu percebi que seu jeito – meio doidinho de ser, ou completamente doidinho-  é o que se encaixa com o meu -estranho, bem estranho de ser-.

Para muitos, eu sou o escuro no meio da claridade, clamando por ela. Sou chama sem fogo, só faíscas, mas na realidade não sou assim, basta me conhecer melhor. E você me conheceu. Eu sou o seu ‘x’ e você é o meu ‘y’ que eu tanto procurei.  Somos estranhamente perfeitos, ou perfeitamente imperfeitos? Eu não sei, mas isso não importa. O que importa é que juntos nos completamos.

Você é a minha luz e sendo assim, me deixa bem, me traz pra cima quando eu estou pra baixo. Quando nossas faíscas de luzes se tocam, inflamamos nossas vidas, nossos corações, nossos corpos porque nós sentimos o amor e então, nós acendemos o mundo.

Por isso, não devemos acreditar fielmente em ditados populares quando nossa vida está em jogo. Podemos pegar a peça errada e… game over.

 

Alice dos S. Bachiega

 

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será que cê pode ler a minha mente?

“Queria falar contigo, mas não ir atrás de ti. Queria que você viesse até mim, de alguma forma. É meio infantil da minha parte ficar te esperando parada bem aqui onde estou, mas é que eu ando com tanto medo de sair da minha “zona de conforto” e me quebrar por inteira como antes. Cansei de me machucar, cê sabe, né?!  Quero passar a me sentir especial de novo, como quem vai viajar e quando volta é recebido cheio de abraços e muito afeto. Quero voltar a ser feliz, transbordar amor como antigamente. Como eu sempre fui: amor. O amor pra mim é uma das melhores coisas na vida, cê sabe, eu valorizo demais quando ele existe e luto por ele até perder minhas forças. Quero voltar a lutar por ele, desde que haja reciprocidade e sei que há contigo! Você foi meu primeiro amor, meu primeiro amor que me ensinou as loucuras de amar e ser amada. Meu primeiro amor que me fez enxergar além das entrelinhas, além do céu. Me fez amar. Me fez sentir. Me fez sorrir. Me fez feliz. E sinto que você também viveu isso na mesma intensidade que eu, por isso tenho certeza da reciprocidade. Talvez ela esteja morna, talvez ela esteja machucada, mas ela ainda nos liga. Essa linha que nos liga é a reciprocidade, meu amor. Acorda, aliás, não acorda não! Sonha e vê se sonha com a gente. Quem sabe assim a gente se encontra no mesmo sonho e você percebe que eu tô aqui, te esperando. Ou senão, que tal por um passe de mágica, ou superpoder você ler minha mente e aparecer aqui pra mim? Vem, tô te querendo e cheia de saudade.”

Alice dos S. Bachiega.

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minha vida é dEle.

“Quando mais precisei de carinho eu o conheci e a partir daí minha vida começou a mudar. Mudar pra melhor pois era só eu no mundo e passei a tê-lo perto de mim.

Ele é calmo e paciente. Qualidades que eu nunca tive. Ele sabe acalmar meu pranto e transformá-lo em bons sentimentos, algo difícil pra mim, que sempre me senti só. Mas que, com Ele, passei a sentir o mundo todo em instantes de felicidade, e passei também a me sentir mais viva, mais alegre, mais eu.

Sim, eu não me conhecia tão bem como me conheço agora que Ele chegou em minha vida. Me mostrou que ao lado dEle a maldade se afastaria sempre e que eu estarei sempre protegida e assim, meus caminhos serão belos e por mais difíceis que pareçam ser, eu suportarei todo o sofrimento, assim como Ele suportou, por mim e por todos nós.

Seu amor sempre será o maior de todos e nunca morrerá pois Ele sabe perdoar meus erros e eu só preciso existir para fazê-lo se sentir vivo. Assim como Ele para mim.

Quando eu mais precisei Ele me estendeu mão e disse “Vem minha filha, Eu estou aqui contigo, vem.”. A graça de estar viva pertence a Ele, sempre entrego minha vida à Ele pois Ele sabe o que fazer. “Eu sou do meu Amado e Ele é meu.” ”

Alice dos S. Bachiega.

ps: tranquilize seu coração ouvindo esta canção:

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dores de um amor passado

“Depois de tanto tempo, ontem me perguntaram de ti. Sorri e disse que estava bem. Mas na verdade, por trás desse sorriso eu quis chorar e chorar muito.

Eu sinto a tua falta e hoje somos como dois estranhos e isso dói. Dói como uma facada no peito.

Você desde sempre foi meu. Meu amor e meu melhor amigo e da noite pro dia, te perdi.

A tempestade chegou e ventou muito. E em um desses ventos, você voou para longe, bem longe de mim.

Sei viver sem ti e consigo mesmo não querendo mas é que, de vez em quando,  bate saudade e tudo volta a doer.”

Alice dos S. Bachiega

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Sonho bom.

“Hoje eu acordei pensando em nós. Pensei em tudo aquilo que vivemos juntos e também o que não vivemos.

Acordei pensando em como nós poderíamos ter dado certo e, te juro, diferente das outras vezes em que isso ocorreu,  eu não senti aquele aperto no coração como se ele gritasse “ei, eu tô aqui! Não me esquece.”. Dessa vez, eu sorri porque, sim, podíamos ter dado muito certo, mas como dizem por aí,  finalmente pude perceber que nós éramos as pessoas certas uma pra outra, só que na hora errada.

Dizer essas coisas não me fere mais. Lembrar de  como eu amava teu sorriso bobo ao me ver chegar nos nossos primeiros encontros e, puta que pariu, que sorriso era aquele, rapaz? Ok, foco. Lembrar do teu sorriso e do teu jeito desastrado não me fere mais, pelo contrário, me deixa feliz. Sabe porquê?

Porque eu deixei toda aquela mágoa de menina-mulher pra trás e segui com a minha vida. Sempre fui bobinha mas nunca deixei de ser feliz e esse não seria o caso de me deixar realmente triste. Eu sou assim, você sabe, posso quebrar a cara mil vezes e nas mil vezes estarei rindo de mim e, rapaz, quando isso não acontecer, pega o termômetro que eu estarei com febre.

Hoje eu acordei pensando em ti e conclui que : “Você me veio como um sonho bom” mas passou. Passou porque quis ir, mas foi um dos melhores sonhos que , pasme, eu já vivi. Aquele sonho que a gente sonha acordado e confunde a realidade inteira, deixa a vida de ponta cabeça e que faz um bem danado.

Passou e quem sabe volte um dia? Só cuidado se entrar, eu mudei muita coisa de lugar.”

Alice dos S. Bachiega.

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Relato do amor. (Poema futurista)

“O amor nasceu… Viva!
Amar, calmaria, paz.
Vida, emoção.
                  Reciprocidade.

O amor quer desistir… Droga!
Falta, brigas, tumulto.
Morte, choro.
                   Paixão.

O amor insistiu… Viva!
Sair, diversão, renascer.
Coragem, abraços.
                   Felicidade.

O amor continua… Isso!
Duração, beijo… espera!!!
Novidades, palavras.
                   Sentimento. ”

Alice dos S. Bachiega.