as cartas que eu não mando (1)

“Tô com saudades do teu riso frouxo depois de ouvir uma piada idiota.Tô com saudades do teu beijo suave e calmo depois de um dia tumultuado . Tô com saudades do teu sorriso cativante depois de um beijo . Tô com saudades do teu abraço apertado e do teu carinho depois de passar dias longe.  Tô com saudades do teu olhar desconfiado depois de me ouvir e não entender nada do que eu disse.Tô com saudades do teu jeitinho sacana de quem sabe o que quer e vai atrás disso. Tô com saudade de ti, meu bem, e não vejo a hora de poder te ver novamente, te tocar e poder afirmar : sou tua e de mais ninguém . Tu sabe, eu erro demais, minha insegurança sempre me atrapalha, mas contigo, eu sabia como agir e se falhei, meu bem, não foi por maldade, foi só falta de experiência, falta de paciência e um tantinho de burrice da minha parte também. Eu te escolhi pelo teu jeito bobo de me cuidar e por quem tu és . Tu sabe, se nos conhecemos foi por algum motivo bom e não acho justo desperdiçarmos isso com tempos e tempos afastados. Foram as discussões fora de hora e totalmente sem sentido que nos levaram a isso e caramba, perdemos tudo por um motivo tão pequeno. Temos muito o que aprender e surpreender  juntos, meu anjo. Sei viver sem ti, só não quero mais. Então, larga de bobeira e vem ser meu também.”

Alice Bachiega

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